Com a palavra: Tino Monetti

Na próxima edição da DOM do mês de Outubro, vocês já poderão contar com o talento e a experiência de nosso novo editor, Tino Monetti. Depois de ter passado pelo Mix Brasil, Revista Junior e Folha Online, Tino é a nova preciosidade da DOM, que vem agregar à revista seu profissionalismo e carisma. O site A Capa fez uma entrevista com o Tino sobre as mudanças em seu novo trabalho, sua trajetória no jornalismo e as expectativas do mercado editorial gay. Confira aqui!

2 Respostas to “Com a palavra: Tino Monetti”

  1. o cara é mto bom né?
    estou aguardando pra ler tudo!!!
    e é isso gente!
    bom fim d semana

  2. Sr. Tino Monetti, seja bem-vindo. Eu cheguei a ler alguns textos seus, no site do jornal Folha de São Paulo, mas não me recordo bem os assuntos. O que ficou marcado é que seus textos eram bem claros. Gostaria de fazer um pedido: convence o pessoal da revista Dom a colocar homens maduros na Capa da revista, com ensaio de moda para quarentões. O homem de 40 tem um sex appeal interessante. Li sua entrevista no site A Capa e quero dizer que não é somente o mercado GLS que está na adolescência. É impressionante como algumas bancas escondem as revistas gays. Claro que há os estabelecimentos que as escancaram, mas não suporto ver, em algumas bancas, a revista Dom junto com as revistas pornôs ou escondidas. É claro que isto, aos poucos, vem mudando. Na cidade em que moro, somente uma banca recebe a revista Dom e o rapaz que nela trabalha sempre reserva uma para mim, embora seja casado, hétero e evangélico. Hoje comprei a Dom de setembro com ele e, como sempre, não teve qualquer atitude preconceituosa comigo. E ainda ganhei um desconto de um real por sempre comprar a revista com ele. Também já aconteceu de, sem que eu pedisse, um rapaz, também hétero, de outra banca de minha cidade procurar, em outro município, a revista Aimé para mim e lamentar por não tê-la encontrado. Ou seja, há luz no fim do túnel. Mas há bancas que escondem a Dom de tal forma que evidencia o preconceito. Acho que as editoras destas revistas têm que dar um puxão de orelha em alguns donos de banca. Agora vou extrapolar: eu não tenho vivência de cidade grande, pois moro em cidade pequena do interior do Brasil, mas a leitura “sociológica” do meu contato com estes caras que me vendem revistas gays me mostra, sem a menor dúvida, que a partir do momento em que entrei nas bancas e comecei a procurar estas revistas, sem medo ou receio de qualquer natureza, eles passaram a me respeitar porque me viram como uma pessoa que não esconde sua sexualidade. É algo muito interessante. Não sei se quem mora nos centros urbanos vai entender o que escrevi, mas, no interior, a dinâmica das coisas costuma ser diferente, às vezes. Abraços e sucesso…

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